O Pinguim de Geladeira

Um tiquinho de coisas soltas, podem formar uma coisa só no final das contas.

janeiro 2014 arquivo

#52Semanas – Semana 4: Minhas citações preferidas são…

(Estou atrasada. Esse foi difícil!)

Eu tenho muitas citações favoritas. Muitas mesmo. Tenho musicas inteiras que usaria como citações

1. “I can do better” e “Você se torna uma pessoa melhor quando não precisa se auto afirmar inferiorizando os outros.”
Então. Eu jurava que tinha visto no Peter Pan, mas dei uma googlada aqui pra não falar besteira e não achei nada relacionado. hahaha Então não sei de onde eu tirei. Juro que não foi da música da Avril Lavigne, nem conhecia. E eu sempre repito pra mim mesma: “Posso ser melhor que isso”. Aí entra a outra citação que também não sei de onde tirei, mas que está há tempos anotado em uma agenda minha e me lembro disso a cada pensamento que tenho que possa ser o contrário do que esta frase diz. Eu agora me preocupo em ser melhor do que eu mesma posso ser. Minha competição é interna. Tem me ajudado a passar por algumas coisas de maneira mais interessante.

2. “Eu não quero ser incrível, eu quero ser feliz”
Se você ler o texto que está neste blog (http://chatadegalocha.com/2013/10/eu-nao-quero-ser-incrivel-quero-ser-feliz/) vai entender. Demorei um monte de tempo pra sacar isso e esse texto poderia muito bem ter sido escrito por mim, pq é exatamente meu sentimento.

3. “You may say I’m a dreamer but I’m not the only one”
Imagine, música de John Lennon. Eu sou sonhadora mesmo. E às vezes até eu penso que sou sonhadora demais. Mas vejo tanta gente que luta, que corre atrás dos sonhos, por mais impossíveis que pareçam… Aí vejo que não to sozinha mesmo tenho vontade de tatuar essa citação).

4. “Não se preocupe com o que você não pode controlar”
Eu aprendi isso a duras penas… Mas agora aprendi. Diversas vezes ouço gente comentando comigo “nossa, tanto problema no seu projeto e vc ta tranquilona”. Fico tranquila mesmo. Primeiro pq não vai resolver o problema se eu me descabelar. Segundo que se eu aprendi uma coisa nos ultimos anos foi a manter-me sempre entoando uma mantra único: “Foda-se”. Ajuda! Todo mundo deveria tentar!

5. “Happiness is only real when is shared”
(Filme Into the Wild) E isso é tão verdade né? A gente fica numas de egoísmo às vezes, de valorizar o proprio umbigo, mas não da pra ser plenamente feliz sozinho. Pode ter uma alegria momentânea que te iludirá, mas a medio/longo prazo, vc vai ver que precisa ter alguém pra compartilhar as conquistas. Já diria o poeta, “É impossível ser feliz sozinho”.

#52Semanas – Semana 3: Coisas pra se fazer no calor

Odeio calor e a sensação de que estou derretendo! Odeio pelo fato de que vc pode tirar toda a sua roupa (o que geralmente não é possível) e continuará derretendo. Mas vamos tentar ser positivos e encontrar 5 coisas BOAS para se fazer no calor.

1. Fazer Dieta.

Isso é bom. Eu pelo menos não aguento comer uma feijoada, uma buchada, uma lasanha com o termometro marcando 35º lá fora. Pra mim, é o tempo perfeito para almoçar saladinhas e fazer de lanches aqueles sucos bem refrescantes!

2. Tomar uma cervejinha com os amigos.
Essa não precisa de explicação, né? Uma cervejinha bem gelada… huum

3. Ler!
Achar uma sombra gostosa, deitar na grama e ler até esquecer da vida. Eu gosto demais. Mas sempre só acho sombra no meu quarto. Nada de grama. :(

4. Passear no shopping
E aproveitar o ar condicionado, gente! Pq eu pelo menos não tenho um em casa.

5. Andar de bicicleta
É gostoso né? Sentir o ventinho (que tem que estar mais fresquinho) no rosto é uma delicia! Fiz isso num dia derretido e amei!

Consegui! :)

#52semanas – Semana 2: Eu nunca…

Retomando agora, pra ficar certinho com o ano. Tenho que tomar vergonha na cara para finalizar esse desafio!

Eu nunca fiz tanta coisa que nem sei por onde começar. Tem coisas que nunca fiz e que me orgulho bastante disto, tem aquelas que nunca fiz e nem tenho vontade de fazer e tem coisas que me sinto uma covarde por não ter feito. Então vamos lá e vejamos como me saio.

1) Eu nunca doei sangue. Este é um dos que eu me envergonho. Mas eu morro de medo. Tenho crises de pânico só de ter que tirar sangue para fazer exames rotineiros. Imagina pra tirar uma bolsa daquele tamanho. Só de pensar fiquei tonta. Pretendo mudar isso.

2) Eu nunca tomei um porre. Nunca fiquei tonta, nunca tive ressaca. Não sei porque. Por falta de bebida não foi. Já misturei vodca, cerveja e tequila e no outro dia tava boa igual um coco. Neste dia, inclusive, foi o mais perto de bêbada que eu já cheguei. Quebrei a câmera do meu irmão e fiquei imaginando que se Harry Potter fosse real, um simples <i>Reparo</i> daria jeito. Não sei se esse é motivo para ficar triste ou feliz.

3) Eu nunca vi um pinguim. Mesmo amando pinguins, colecionando-os e etc, nunca vi um ao vivo. Nem no zoológico.

4) Eu nunca contei pra ninguém várias coisas da minha vida. Algumas nem pretendo contar. Mas uma delas é que eu tenho pavor de relâmpagos. Andar pela rua enquanto está relampeando é uma tarefa que exige muito de mim

5) Eu nunca pensei que fosse tão difícil listar coisas que eu nunca fiz. Engraçado, né?

 

 

A vida é engraçada.

Vou contar uma historinha para os meios justifiquem este título.

Quando criança, eu adorava brincar com aquelas plantas de apartamento, sabe? Tipo o projeto do apartamento. Recortava todos que via nos jornais, redesenhava-os nos meus rascunhos e queria pq queria ser arquiteta quando crescer.

Aí depois, com todos os sermões da minha mãe sobre estudar, ser uma doutora e etc, escolhi, por meio de eliminação a promissora carreira de psicóloga. Afinal, pra ser doutora, eu achava que deveria fazer algo na área de saúde. E como não posso com sangue, escolhi essa, que eu supostamente não veria sangue, só teria que entender as pessoas (sim, claro).

Depois de estudar um pouco mais, descobrir meu prazer pela leitura e escrita, resolvi que deveria fazer algo ligado à comunicação. Jornalismo era meu top 3. Mas também estava apegada à área de tecnologia, pq afinal, tinha acabado de aprender HTML e achava o máximo (I still do).

Aí chegou a época do vestibular e ENEM. Sem pensar duas vezes, corri pra me inscrever nos vestibulares para Jornalismo.

No dia da primeira prova para este curso, tive a certeza de que eu não poderia trabalhar com isto. Sempre fui muito introspectiva. E para ser jornalista, você precisa saber lidar com pessoas na maioria das vezes, certo? Desisti na hora. Fiz a prova, mas sem a menor pretensão de passar. No ENEM apostei na computação.

Me formei em Análise e Desenvolvimento de Sistemas no final de 2008. E até o meio de 2010, eu simplesmente amava o que eu fazia. Trabalhava com qualidade e testes de sistemas e por fora, nas minhas horas de lazer, eu desenvolvia projetos pessoais, aprendia GNU/Linux e colaborava com projetos de software livre.

Aí comecei a trabalhar muito. Muito, mesmo. Horas e mais horas extras. Não tinha mais as horas de lazer. E quando tinha, eu só queria ser a acéfala que já comentei aqui no blog. Era comer e dormir pra relaxar. Perdi o tesão para o desenvolvimento, pro GNU/Linux (fiquei 3 anos sem atualizar o meu Fedora!!) e os projetos que eu colaborava ficaram esquecidos…

Comecei a achar que eu não estava completamente feliz na minha decisão na época do vestibular. Comecei a repensar minha carreira, ler e conversar sobre outras áreas, outros cursos. Pós graduações que pudessem me dar um norte diferente na vida.

Descobri uma pós que achei extremamente interessante: design de interação. E aí, lendo um pouco mais sobre a área de estudo desta pós, fiquei encantada. É uma mistura de tecnologia, de design, psicologia e informação.

Aí, numa viagem louca da minha cabeça, deduzi que: Esta área, de certa forma, junta tudo que um dia eu já pensei em ter como profissão. E veja bem! Para atuar com experiência do usuário para web, é desejável que se saiba um pouco de frontend. A muito grosso modo… HTML! hahaha E tudo isto, não deixa de ser “filho” da área mãe que eu sempre trabalhei: qualidade de sistemas.

Este é o motivo de a vida ser engraçada. Ou então, a minha cabeça que é engraçada por ter pensado nisso. Vai saber.

Agora, estou me esforçando para que em minhas horas de lazer, eu tenha esse tesão novamente. O tesão de estudar, de ter projetos, idéias e tocar pra frente. Aliás, isso é indispensável, já que quero trocar de área.

Então, a partir de ontem, vamos cair de cabeça no que espero pra mim mesma. Este é o objetivo desde o início do ano, mas agora é pra valer. Vamo, porra. Só depende de você!

 

Retrospectiva 2013 e resoluções para 2014

Parte 1: Retrospectiva 2013

2013 foi um ano de mudança. De decisões. De reencontros. De surpresa. De alegria única. Da paixão repetida. De libertação, de renovação e de decepção. E acima de tudo, foi o ano do auto-conhecimento.

Foi o ano em que eu decidi largar a comodidade de lado e, depois de 3 anos, trocar de emprego.

Foi o ano que me fez reencontrar com amigas de infância que amo e sentia muita falta. Amigas essas, que me separei por imaturidade há pelo menos 5 anos atrás.

Foi o ano de surpresa, pq me fez ver que mesmo depois de pelo menos 5 anos afastadas, nada mudou. Nossa relação continua a mesma. E isso, pelo menos pra mim, só pode ser chamado de amizade mesmo.

Foi o ano em que o Galo foi campeão da Libertadores e sem querer ser clichê, me transportou pra um estado de alegria ímpar! Uma sensação gostosa, de torcedor. É gostoso torcer pra um time, saber amar e aprender a vencer!

Foi o ano em que me apaixonei de novo pelo mesmo homem. Comecei a sentir de novo borboletas no estômago. Que delícia!

Ano da libertação, da renovação e da decepção. Libertação do trabalho antigo. Sentir a esperança de novo, no trabalho novo! E aí renovar os ares, os colegas e as atitudes e perceber que o problema não é isso. Se decepcionar, percebendo que o problema sou eu mesma. Perceber que perdi o tesão pela função que exerço, pela área em que trabalho e pelo mercado que estou.

E por isto, fazer de 2013 o ano do auto-conhecimento. Pegar de tudo isso e saber que pouco a pouco, eu estou amadurecendo. Crescendo como pessoa e deixando que isso afete minha carreira profissional. Aprendi, em 2013, a me colocar em primeiro lugar, a deixar o trabalho de lado. A colocar os amigos em um outro patamar, bem acima de onde eles estavam e valorizar isso. Muito difícil encontrar bons amigos. Vamos valorizar os que temos. Vamos ser menos materialistas. Amanhã, posso ter um infarto e a única coisa que quero deixar é o que aprendi, o que sou e o que pretendia ser. O que conquisto é consequência de tudo que posso ser.

Vamos juntar todas estas reflexões e levar pra vida. Fazer da vida uma sprint. Sprint de um ano. Ao final de cada dia (ou nem tanto) fazer uma daily meeting e pensar no que estou fazendo, o que tenho pra fazer e o que me impede de fazer o que quero. No final do ano, fazemos uma retrospectiva e guardamos as lições aprendidas. Vamos ter kanban e utilizar postits! Isso faz crescer mais. É útil!

Parte 2: Resoluções 2014:

Vou fazer um apanhado de coisas que quero fazer em 2014 para me dar uma qualidade melhor de vida. As metas que todo mundo faz, tipo “comprar um carro” ou “ter um novo emprego” eu vou guardar só pra mim. Minha lista vai ter somente pequenas atitudes que podem mudar muito a minha vida. São coisas que já identifiquei e que com um pouquinho de esforço consigo mudar.

Vou fazer um “balanço” mensal para ver o que estou seguindo para poder ver o que estou fazendo certo, o que estou fazendo errado, o que ainda posso mudar, o que posso incluir… essa lista vai ser dinâmica!

1) Não comprar nada somente pelo preço
2) Atividade física no mínimo 4x por semana
3) Não comer por olho
4) Domar a mente. O que o corpo faz deve ser ordenado pela mente e não o contrário! Mind over the body!
5) Ter no mínimo 40 minutos diários dedicados à leitura
6) Estar mais junto dos amigos e família
7) Estudar fora da sala de aula
8) Ser mais altruísta e positiva
9) Praticar o desapego material e emocional. Não agrega? Desapega!
10) Fazer uma prece todos os dias pela manhã

E foi dada a largada!